Por que investir em uma escola forte já na base?

O Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), divulgado em agosto de 2018, revelou que apenas 1,64% dos estudantes da última série do Ensino Médio alcançaram níveis de aprendizagem considerados adequados pelo Ministério da Educação (MEC)

Em Português, a maioria dos estudantes brasileiros não consegue localizar informações explícitas em artigos de opinião ou em resumos, por exemplo. Já em Matemática, a maioria dos estudantes não é capaz de resolver problemas com operações fundamentais com números naturais ou reconhecer o gráfico de função a partir de valores fornecidos em um texto.

O problema é grave, mas os resultados do Ensino Médio são apenas o reflexo de uma vida escolar inteira de dificuldades que não são tratadas corretamente e, em vez disso, são carregadas ano após ano, comprometendo a aprendizagem como um todo. 

“Se o aluno não aprender potenciação, não aprenderá função exponencial, portanto, dificilmente conseguirá acompanhar as aulas de algoritmo, por exemplo”, explica o Coordenador Pedagógico do Colégio Progressão, Jefferson Ribas.

O segredo é evitar o “efeito bola de neve” para garantir máxima proficiência no Ensino Médio, pois é a construção do alicerce intelectual que dará sustento ao crescimento de um cidadão pleno detentor das capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, crítica, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social. 

Por este motivo, investir em uma boa escola, com proposta pedagógica forte e sem a cultura negligente da aprovação automática é, sem dúvidas, a melhor maneira de investir em um futuro de sucesso para a próxima geração de profissionais, pois sem acumular deficiências, ele chegará à fase adulta gozando plenamente de suas faculdades intelectivas.

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